Assembleia estadualizada reuniu trabalhadores em Florianópolis e resultou em compromisso do Governo do Estado de apresentar proposta até o próximo dia 20
Representantes sindicais do comando da Agricultura e empregados públicos da Epagri, Cidasc e Ceasa realizaram, no dia 14 de maio, uma assembleia estadualizada e presencial na APAER, em Florianópolis, para discutir o descumprimento dos prazos previstos no Acordo Coletivo de Trabalho 2025/2027 relacionados à revisão do Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS) das empresas públicas vinculadas à Secretaria de Estado da Agricultura.
Conforme estabelecido no acordo firmado com as empresas, a proposta de revisão do PCCS deveria ter sido apresentada até dezembro de 2025, com implementação das medidas prevista para ocorrer até 30 de abril de 2026. No entanto, os prazos não foram cumpridos pelo Governo do Estado nem pelas empresas públicas.

Durante a assembleia, os participantes deliberaram, por unanimidade, pela realização de uma mobilização junto à Cidasc, à Epagri e, posteriormente, ao Centro Administrativo do Governo do Estado, na SC-401, com o objetivo de negociar diretamente com o secretário de Estado da Administração, Vânio Boing.
Durante a assembleia, os participantes deliberaram, por unanimidade, pela realização de uma mobilização junto à Cidasc, à Epagri, à Ceasa, e, posteriormente, ao Centro Administrativo do Governo do Estado, na SC-401, com o objetivo de negociar diretamente com o secretário de Estado da Administração, Vânio Boing.

A mobilização foi positiva e resultou em uma reunião com o secretário, que assumiu formalmente o compromisso de apresentar aos sindicatos, na próxima quarta-feira, dia 20 de maio, uma proposta relacionada à revisão do Plano de Cargos e Salários das empresas públicas ligadas à Secretaria de Estado da Agricultura.
Representando o Sindicato dos Engenheiros no Estado de Santa Catarina (Senge-SC), o diretor financeiro Carlos Bastos Abraham destacou a importância da mobilização conjunta das entidades e dos trabalhadores para avançar na pauta. “A revisão do PCCS é uma reivindicação histórica e necessária para valorizar os profissionais das empresas públicas estaduais. Estamos falando de carreiras estratégicas para Santa Catarina, que precisam de condições adequadas e compatíveis com a responsabilidade técnica exercida diariamente”, afirmou.
As entidades representativas destacam que a revisão do PCCS é uma reivindicação histórica das categorias. Os estudos sobre o plano tiveram início ainda em 2015 e, desde 2017, não ocorre uma atualização considerada adequada para corrigir distorções salariais e promover avanços nas condições funcionais e remuneratórias dos empregados públicos das empresas estaduais.






















