A sucessão de empresas e a busca pela solução definitiva
A partir de 2005, o Estado tentou retomar a obra da ponte, mas o caminho foi tortuoso. A licitação internacional de 2008 resultou num contrato que não suportou a complexidade da obra. O ceticismo técnico era grande: quatro empresas chegaram a assumir o projeto, mas recuaram diante do risco de colapso durante a execução.
O momento mais crítico ocorreu em 2012, com o incidente em uma estrutura auxiliar, e em 2014, com a rescisão contratual do consórcio que gerou atrasos profundos. Até a renomada American Bridge, responsável pela construção original, foi consultada, mas declinou da execução. A engenharia catarinense via-se diante de um dilema: como operar um paciente em estado crítico sem que ele sucumbisse na mesa de cirurgia?
Próximo episódio: A Engenharia de Precisão — A Operação de Salvatagem






















